sábado, 27 de setembro de 2014

«Veremos onde estamos em maio...» - Lopetegui

O treinador do FC Porto aproveitou também a conferência de imprensa para destacar os erros de arbitragem que têm penalizado a equipa nestes últimos três jogos. 

«O FC Porto tem de ganhar sempre e essa pressão (dos dirigentes e adeptos) é a que nos temos também. Estranho que se fale tão pouco dessas três situações que foram decisivas nesses jogos (V. Guimarães, Boavista e Sporting). Mas acredito que, ao longo da temporada, essas decisões se vão equilibrando e que, no final, a melhor equipa estará na frente. E queremos ser essa equipa», disse no final do encontro, lembrando o penalty que ficou por marcar a favor do FC Porto por mão de Maurício na área:

«Teve intensão de jogar a bola com a mão. É penalty e expulsão. Foram três jogos e a sensação é que nos tiraram três pontos e que as decisões decisivas foram todas contra nós. Mas há mais coisas num jogo e não posso esconder isso, é a realidade. Estamos tristes porque merecíamos ganhar, porque tivemos um final praticamente a vencer, com oportunidades claras. O golo tocou-nos um pouco, os jogadores ficaram nervosos. Na segunda parte, a equipa reagiu com personalidade, a querer a vitória.»

Questionado sobre as sensações que ficaram do primeiro clássico disputado em Portugal, Lopetegui atirou: «Foi uma partida de grande intensidade, bonita para os jogadores e para o público. Um jogo de com duas equipas com ambição de ganhar. Aspetos negativos? Não entrámos como queríamos. Aspetos positivos? A reação com autoridade, mostrando o que queríamos. Mais aspetos negativos: não aproveitámos todas as ocasiões que tivemos na segunda parte; o penalty e a expulsão que não foram assinalados. São jogos em que os detalhes são importantes e este é um detalhe muito grande.»

Caso vença amanhã o Estoril, o Benfica ficará com quatro pontos de vantagem sobre o FC Porto. Questionado se vai ficar atento à classificação, o espanhol atirou: «Atento estou sempre. A questão é se me preocupa agora. Preocupa-me em maio... é a que conta. Veremos onde estamos em maio.»

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