Declarações de Paulo Fonseca, treinador do FC Porto, após o triunfo dos ''dragões'' por 2-0 sobre o Gil Vicente, na quarta jornada da Liga de futebol.
''Não sou muito de procurar desculpas para quando as coisas não correm da forma que desejaríamos. Interessa-me avaliar o mais sincera e corretamente o jogo. A primeira parte estivemos bem, alguns momentos brilhantes no jogo que não conseguimos transportar para a segunda parte.
Na primeira, o Gil Vicente não fez um único remate à baliza. Tivemos controlo e domínio. Por vezes não é fácil jogar contra equipas que ocupam apenas 40 metros de terreno, mas fomos pacientes na circulação até entrar na área com bons lances e envolvimento de muitos jogadores.
A verdade é que na segunda parte estivemos longe do que deveríamos e podemos fazer, permitindo ao Gil ir ganhando confiança nas vezes que saiu para o contra-ataque. Criou-nos algumas situações de perigo e não soubemos gerir o jogo da melhor forma, que era ter bola, ficar com ela. Estivemos algo precipitados, perdemos muitos passes. Obviamente que o Gil Vicente foi acreditando que poderia chegar ao golo e na verdade poderia tê-lo feito.
Obviamente estou satisfeito por contarmos por vitórias os jogos oficiais. Era o objetivo. É sempre objetivo vencer, conseguimo-lo mais uma vez, em semana que vai ser difícil. Temos a primeira jornada da Liga dos Campeões e era importante vencer, perante adversário moralizado. Com esta segunda parte, o Gil mostrou que está bem e pode ser uma das surpresas do campeonato.
Apesar de na segunda parte não produzirmos o que queríamos, a vitória não sofre qualquer contestação.
Pretendo que todos os jogadores percebam que podem ser úteis à equipa. Que assim seja até ao fim. Que entendam que a qualquer momento podem ser chamados, mas não escondo que as opções de hoje tiveram também em vista o jogo na Áustria e com o Estoril.
Defour tem sido titular e peça fundamental. Tem sido grandioso o que faz pela equipa. As pessoas esperam que Defour seja igual ao Moutinho, mas não tem nada a ver. Tem utilidade muito diferente''.
''Não sou muito de procurar desculpas para quando as coisas não correm da forma que desejaríamos. Interessa-me avaliar o mais sincera e corretamente o jogo. A primeira parte estivemos bem, alguns momentos brilhantes no jogo que não conseguimos transportar para a segunda parte.
Na primeira, o Gil Vicente não fez um único remate à baliza. Tivemos controlo e domínio. Por vezes não é fácil jogar contra equipas que ocupam apenas 40 metros de terreno, mas fomos pacientes na circulação até entrar na área com bons lances e envolvimento de muitos jogadores.
A verdade é que na segunda parte estivemos longe do que deveríamos e podemos fazer, permitindo ao Gil ir ganhando confiança nas vezes que saiu para o contra-ataque. Criou-nos algumas situações de perigo e não soubemos gerir o jogo da melhor forma, que era ter bola, ficar com ela. Estivemos algo precipitados, perdemos muitos passes. Obviamente que o Gil Vicente foi acreditando que poderia chegar ao golo e na verdade poderia tê-lo feito.
Obviamente estou satisfeito por contarmos por vitórias os jogos oficiais. Era o objetivo. É sempre objetivo vencer, conseguimo-lo mais uma vez, em semana que vai ser difícil. Temos a primeira jornada da Liga dos Campeões e era importante vencer, perante adversário moralizado. Com esta segunda parte, o Gil mostrou que está bem e pode ser uma das surpresas do campeonato.
Apesar de na segunda parte não produzirmos o que queríamos, a vitória não sofre qualquer contestação.
Pretendo que todos os jogadores percebam que podem ser úteis à equipa. Que assim seja até ao fim. Que entendam que a qualquer momento podem ser chamados, mas não escondo que as opções de hoje tiveram também em vista o jogo na Áustria e com o Estoril.
Defour tem sido titular e peça fundamental. Tem sido grandioso o que faz pela equipa. As pessoas esperam que Defour seja igual ao Moutinho, mas não tem nada a ver. Tem utilidade muito diferente''.

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